Conselheiros e Conselheiras do CES-MG participam do 14º “Abrascão” — Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva


Foi realizado entre 28 de novembro e 3 de dezembro o 14º “Abrascão” — Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. O evento, promovido pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), mais uma vez consolidou-se como o principal espaço de discussão da área no país. O CES-MG esteve presente o durante esses dias, que foram marcados por intensos debates, encontros acadêmicos e articulações políticas, em Brasília.

Reunindo autoridades, pesquisadores, estudantes e profissionais de diferentes regiões, o Congresso teve como tema central “Democracia, equidade e justiça climática: a saúde e o enfrentamento dos desafios do século XXI”. Ao longo da programação, mesas-redondas, conferências e atividades culturais abordaram desde políticas públicas e desigualdades sociais até os impactos das mudanças climáticas sobre a saúde da população.

O “Abrascão” reforçou seu papel histórico de mobilizar a comunidade da Saúde Coletiva, promovendo reflexões estratégicas e contribuindo para o fortalecimento das ações e políticas de saúde no Brasil. O Congresso também é um espaço importante para articular parcerias com outros conselheiros e conselheiras, movimentos sociais e instituições, fortalecendo a rede nacional de controle social e a defesa dos princípios do SUS.

Entre as conselheiras e conselheiros que participaram do evento, estiveram Tatiane Aparecida Fonseca (CUT), Eduardo Araújo (MORHAN), Geraldo Heleno (xxxx), Sandra dos Santos (Sintsprev), Elisa Paschoal (SES) e Gláucia Batista (CRESS), além da 1ª Diretora de Comunicação e Informação do SUS, Marília Santos (xxxx); do 2º Secretário do CES-MG, Renato Barros (Sind-Saúde); do secretário-geral do CES-MG, Erli Rodrigues da Silva (MORHAN); e da 1ª secretária do CES-MG, Aleteia D’Alcântara (Fademg).

A conselheira Glaucia Batista destaca a importância do evento para a saúde: “Aproveitei bem esse momento que o CES/MG nos proporcionou para que os conselheiros e conselheiras tenham a formação em educação permanente para o controle social no SUS”. Ela também fala que, nas palestras que participou, foram abordados os desafios nesse processo de luta em defesa do SUS, da saúde como direito humano e do controle social.

A 1ª Diretora de Comunicação e Informação do SUS, Marília Santos, também destacou a palestra da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) sobre a “telessaúde” no Brasil e sua incorporação ao SUS por meio do “Programa SUS Digital” como uma das mais interessantes do evento. Ela relatou que, durante a apresentação, foram ressaltadas três fases fundamentais do programa: os marcos iniciais, a institucionalização e a consolidação, conforme estabelece a Lei nº 14.510/2022.

Marília contou ainda que: “Foi enfatizado que a pandemia de COVID-19 acelerou significativamente a implementação da telessaúde, ampliando o acesso e a qualidade dos serviços, especialmente em regiões remotas. Além disso, a palestra destacou o alinhamento com diretrizes internacionais, reforçando a importância da promoção da equidade no atendimento à saúde da população. A discussão reforçou como a telessaúde, aliada a políticas públicas estruturadas, pode ser um instrumento estratégico para democratizar o acesso à saúde e reduzir desigualdades.”

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