VigiAR SUS fortalece a rede de Lacen´s e a Vigilância Epidemiológica

Na quinta-feira (8/7), integrantes de Vigilância, Alerta e Resposta (VigiAR SUS), uma rede nacional de vigilância decorrente da covid-19 no país, se reuniram virtualmente com representantes de Escolas de Saúde Públicas e conselhos de Saúde de todo o Brasil para apresentar as atividades desenvolvidas pela rede criada pelo Ministério da Saúde, em outubro de 2020. A conselheira estadual de Saúde, Tatiane Fonseca, representou o Conselho Estadual de Saúde de Minas Gerais (CES-MG).

As estratégias de vigilância foram apresentadas pela representante do Departamento de Vigilância Ambiental, Saúde do Trabalhador e Emergências em Saúde Pública da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Janaína Sallas, que explicou que as atividades desempenhadas incluem o fortalecimento a rede de Laboratórios Centrais (Lacen’s); estudo de prevalência de covid-19 no Brasil; imunização para o coronavírus e vigilância sentinela das síndromes gripais; dentre outros eixos abordados.

O VigiAR SUS não atua apenas com vigilância epidemiológica da covid-19 no país, mas também em detecção de surtos; para compreender a história natural de doenças; monitoramento da resistência antimicrobiana. Também foi debatida a Rede Nacional De Vigilância Epidemiológica Hospitalar (RENAVEH), composta por núcleos hospitalares de epidemiologia, responsáveis por operacionalizar a Vigilância Epidemiológica no âmbito hospitalar.

Janaína acrescentou que as equipes de Vigilância têm treinamentos para exercer suas funções e contam com auxílio tecnológico. “Há equipes de treinamento epidemiológico para fortalecer a Campanha Nacional de Vigilância em Saúde, enquanto os núcleos realizam as análises, pois sabemos que a covid-19 tem várias mutações, por isso, a importância do painel de controle”, pontuou.

A conselheira Tatiane Fonseca questionou se usuárias e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), que contraíram covid-19 e ainda sentem sintomas referentes à doença, serão tratados no pós-covid. Segundo Janaína tratamentos pós-covid fazem parte das estratégias de assistência às usuárias e usuários que já foram acometidos pela doença.

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